quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013



...


E você simplesmente se transformou na música que eu sempre desejei escutar.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Felicidade Clandestina




Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme; enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.


(...)
 
Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
(...)

Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar… Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.


Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.


Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.
 
                                                                (Felicidade clandestina - Clarice Lispector)
 
Doces lembranças de uma vida atribulada, todavia passada.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O amor me espera aqui fora

...E estamos aqui fora, sentados e juntos. Como nunca estive com ninguém. Consigo me ver, vejo o escuro da alma. Me alegro só de pensar que o amor está aqui dentro - com você. Porque você é tudo que preciso agora e para sempre. E você me pergunta que Lua é essa. Fala coisas sem sentido, me faz sorrir, sentir uma calma... Me fala de paixão e me acende - acendemos juntos. Suspiro, inspiro e você não para de olhar atõnito para os meus dedos aflitos que digitam sem cessar e eu não penso... eu só vejo sua perna bater freneticamente e você sabe que isso me dá uma angústia danada. E você me faz tantas perguntas sem respostas e fica achando que não vivo da forma que deveria viver. E o que me dá raiva é você não ver o que eu faço de errado, o que eu deveria fazer e não faço... Mais somos só nós, carne, alma, coração e tudo o mais que não existe razão.

( você-está-aqui-dentro-para-sempre )

Porque tudo me traz você.  -SÓ VOCÊ! (em letras garrafais)
Meu tudo.


E PARA QUÊ COMENTÁRIOS ALHEIOS OU NENHUM? SE EU VOU TER O SEU DAQUI Á ALGUMAS HORAS? E PARA QUÊ CORREÇÃO DE CORRETOR ORTOGRÁFICO SE EU VOU TER O SEU? E PRA QUE ELOGIOS, SE TODOS OS SEUS SÃO SÓ PARA MIM?


Uh, eu quero você você como eu quero (8)

Eu queria querer-te amar o amor

 

Onde queres descanso, sou desejo
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alto, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão

Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão

E onde queres ternura, eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo
E onde buscas o anjo, sou mulher

Onde queres prazer, sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão

Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés

E onde queres romance, rock'n roll
Onde queres a lua, eu sou o sol

O quereres e o estares sempre a fim
Do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
E querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total

Do querer que há e do que não há em mim.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Ele é,

Ele é o homem que sempre esperei encontrar.
É mais velho, mais bonito, mais inteligente, mais carinhoso, mais romântico.
Eu acordo e vejo que ele já está abraçado comigo, ele se deita e quando vejo já está com a mão envolta na minha cintura. Me dá um beijo de boa noite e susurra em meu ouvido que me ama. E logo em seguida dorme, dormimos.A noite é calma, silenciosa, deliciosa.Quando vejo já é dia e sinto que ele está comigo e sempre estará. Ele sorri e o mundo ganha cores. Ele me ama. Com ele não existe contagens de dias, semanas, meses ou anos. Ele é o meu tempo, minhas estações... meu inverno, minha primaverão, meu outono, meu sol de verão!


Eu sou sua pintura íntima, sua sinfonia aperfeiçoada,


( CONTINUA )



- é que ele chegou e precisa de mim.



Quem ama extremamente, deixa de viver em si e vive no que ama.
Platão

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida. Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu. Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês. Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor. Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR. Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 14 de agosto de 2012

De uns tempos pra cá eu ando tão seletiva. Com coisas. Com pessoas. Com sentimentos. Com lugares. Ando assim agora. [Bibiana Benites]

terça-feira, 17 de abril de 2012

Escrevo o que eu quero (I)




Eu queria te contar tantas coisas. Só que prefiro deixar morrer nos pensamentos. O motivo? É que depois de tantos desencontros eu acho que você deve fazer um ‘juízo’ horrível de mim. Daqueles bem medíocres e mesquinhos - não que você seja o responsável por tais pensamentos. Indubitavelmente você foi induzido a isso. Enfim, mesmo sabendo que estou sendo exposta ao ridículo e aos seus julgamentos eu quero me arriscar: hoje não está sendo um dia ESPLENDOROSO ou cheio de cores e sabores. Estou reduzida a pó. Os motivos são inúmeros e os fatores extensos demais. Mais o que mais me deixa perturbada é que não me reconheço, são atitudes excêntricas em total demasia, futilidades carregadas de caprichos com um toque de arrogância, estupidez e rispidez. Estou cansada de mim. Estou exausta de ser quem eu não quero ser. Você consegue ler isso e não sentir pena do que eu me tornei? Eu preciso de tão pouco. Os excessos estão me transformando no que mais repudio. Tantas cores, sons, barulho, pessoas, pensamentos (...). Isso tudo soa com algum tom de desespero? Porque sinceramente isso está mais pra: automutilação do que pedido de ajuda pra um número de emergência que não existe e que você jamais atenderá. Não me leve a mal, acho que a audácia deve fazer parte da minha personalidade, é inevitável. Será que vale mesmo a pena?
(...)

Quase terminando de ler: Meia Hora de Cinismo, de França Júnior. (Viva a pândega!)

Escutando: A outra – Los Hermanos.
Bebendo: Chá gelado.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010


Machuquei a mim mesmo hoje
Pra ver se eu ainda sinto
Eu focalizo a dor
É a única coisa real
A agulha abre um buraco
A velha picada familiar
Tento matá-la de todos os jeitos
Mas eu me lembro de tudo
Se eu pudesse começar de novo
A milhões de milhas daqui
Eu poderia me encontrar
Eu poderia achar um caminho

(Hurt - Johnny Cash)



A vontade de desistir já é a LUTA!




Estou estática,
muda,
totalmente inerte.













Não acho explicações e nem as procuro. Na verdade, tudo isso é um processo de aprendizagem, certo? Mais que tipo de aprendizagem? É aquela que tipo a gente precisa ‘regredir’, voltar etapas, rever conceitos, ‘viver na pele’? Mais isso é perca de tempo. Diria que isso está mais para ‘rasteira do destino’ do que ‘aprendizagem’. Ah, desde quando é preciso voltar ao início duas vezes para pegar a mesma estrada? Quem disse que é errando que a gente aprende mais? Quem foi mesmo que disse para eu ter cuidado, prestar mais atenção, SEMPRE seguir o caminho certo, andar com pessoas corretas, pensar mais no futuro, ser uma boa pessoa, quem foi mesmo? E quem procurou me escutar, me entender, me explicar que eu poderia dar a volta por cima, que eu deveria ‘tomar a dianteira’, que nem tudo estava perdido... Quem foi esse? Sempre os mesmos erros... Os mesmos fracassos, as piores frustrações, as repetidas noites de insônia (mútua), o mesmo lugar errado e nunca um plano infalível. Os pensamentos continuam iguais, certo? Autodestrutivos, pequenos, mesquinhos, avarentos, usurpadores e pessimistas, não é mesmo? E mesmo assim eu sei que não vou tomar nenhuma medida drástica, a não ser continuar, tem coisa mais autodestrutiva do que insistir sem fé nenhuma?
Sem dramas. Por favor.
Então sem frases de incentivo! Do tipo: expressões célebres: “eu sabia que você não iria dar valor; você não reconhece NADA; você não ama ninguém; você sempre escolhe o que é errado; você só engole o que lhe convém; você não escuta ninguém... Enfim, sem maiores transtornos. POR FAVOR.
Vive pensando, correndo de um lado pro outro, nadando contra a correnteza... Gastando tempo com problemas insolúveis e não consegue sair do lugar... Nem ao menos se CONTROLAR. Não cansa de testar limites, deturpar a ordem, trazer o caos para dentro de si. Não se satisfaz com as migalhas, nem com banquetes. Ainda não aprendeu que o segredo é só riscar uma linha no chão e seguir. Não aprende NADA. Seu teto não é de vidro, os cacos são o próprio teto. Deve ser por isso que não adianta jogar pedra em cima e nem tampouco tentar concertar né? Seu sorriso se dissipa em frações de segundos, seu olhar congela na primeira palavra, suas mãos tremem antes de qualquer aproximação, você não se liberta. Não se permite. Não se conhece e nem procura meios para que isso se torne menos doloroso. É mais fácil se conformar e continuar pensando que é assim que deve ser certo? Onde tudo isso vai parar? Vai parar é?
Porque a primeira palavra tem que ser o olhar de reprovação?

Porque o primeiro elogio tem que ser os defeitos gritantes?

Porque o conselho vem carregado de mágoas?

Porque te olham e não conseguem te ver?

O que não falta é tatu pra me levar pro buraco

sábado, 9 de outubro de 2010

Quem merece tanta dor?
É como se tudo se estendesse até a eternidade.
– E para que salvar a vida quando se quer perdê-la?
Pessoas não salvam vidas; nem deuses e muito menos uma garrafa de bebida.
Por minutos penso que a sensação do ridículo, seja como for, é o antídoto do amor.
Não entendo porque a vida insiste em continuar para os vivos.
Como ela vem?
Maquiada, com os deuses, de salto, dando gritos, sensual, cheia de amor e vadia?
Ela vem fantasiando os destinos mais mórbidos para resolver seus problemas insolúveis.
Ah! Os dias cansam. As pessoas me cansam. A vida me dá preguiça e me cansa.
Os acontecimentos me entediam.
Uma noite em claro,
um dia no escuro.
Um sentimento raso, um abismo profundo.
Minha gaveta é um calabouço de desejos reprimidos,
atos inconfessáveis e memórias apagadas dos mais sinceros aos mais falsos.
E quando as estrelas azuladas deixaram de sangrar ele também observou que
a vontade de desistir já é a luta.
Tremor, terror, horror.
Cores, colagens, sons, emoção.
Náusea. Náusea. Náusea. Náusea. Náusea. Náusea. Náusea.
Náusea. Náusea. Náusea. Náusea. Náusea. Náusea. Náusea.
Náusea. Náusea. Náusea. Náusea. Náusea. Náusea. Náusea.
Enlouqueci. E não tem mais volta.
Uma vontade de viver que, de tão horrível, é pura teimosia.
. Porque o tempo não pára de uma vez ou vai embora para não voltar mais?
Às vezes bate uma insegurança quanto às coisas que tenho em mente e no corpo,
no que faço ou deixo de fazer;
de um instante a outro, andar sobre as águas e sequer conseguir levantar da cama;
ter idéias geniais, mas não resolver problemas simples.
Não aguento mais nada disso
Não aguento mais tudo daquilo.
O que me restou?
Um beijo gelado no rosto!
E eu te amo (B)


Depois escute: Paralamas do sucesso - aonde quer que eu vá.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Não preciso de olhos, olhando dentro dos meus, e me julgando em seguida.
Tô cansada de tudo. Cansada da falta de sonhos, projetos, planos para o dia seguinte.
Não vejo nada que não seja o extenso vazio.


Uma dose de vida por favor!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010


Só estou tentando dizer que quero voltar, acho que ainda não estou conseguindo entender toda essa merda. Dessa vez não estou de brincadeira. Eu sei que tem um jogo chamado círculo e eu não sei como fui parar tão em baixo. O pior é que sempre achei que eu tivesse tudo mapeado mas pelo jeito não, não sei de nada. Não sou eu quem dá as cartas e muito menos quem decide o final.

As nuvens negras ainda me seguem...
Mas está na hora de exorcizar esses demônios.
E eu simplismente não posso continuar vivendo dessa forma. Preciso escapar dessa prisão. Ficar de pé e enfrentar meus demônios.

Eu não estou com medo, de tomar a dianteira
Todo mundo, venha segurar minha mão.


Quem vem segurar minha mão?

domingo, 5 de setembro de 2010


A dor tem uma forma estranha de anestesiar, ela me domina, pois me conhece.De certo estou acostumada com ela, é isso...
Depois o sorriso saiu fácil, fácil...
Quando me calo, meus olhos falam por mim, se os fecho, meus gestos demonstram de maneira constrangedora tudo o que pretendia esconder. Felizmente as pessoas ao meu redor estão ocupadas demais para perceber.

http://www.blogger.com/profile/03027453833963393376

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A paz onde ela está?



. (...) Talvez você ame o ódio.

Apesar de frequentemente ser tomada por pensamentos doentios procuro não me afastar do convívio social. Mesmo isso não sendo uma solução difícil eu me incomodo, quase sempre. Muitas coisas me causam aversão...nojo mesmo! Sinto um desgosto doente. Totalmente repugnante que de tão grande precisa ser expulsado, abortado mesmo.

Minha amargura tornou-se uma doença, um tipo de vício ou um mero defeito. O pior é que ela é a causadora de toda essa dor e sofrimento... e quase sempre todos que estão ao meu redor percebem e muitas vezes são atingidos por ela. Não sei explicar como consigo viver DIARIAMENTE com esse monstro fabuloso. Quase sempre essa sensação de sofrimento me remete à 'fiel convivência com os urubus do meu estômago'. Aqueles que bicam, rasgam tudo. Sem dó e piedade.
E por fim acabo suplicando a permanência do meu martírio. Pode parecer ridículo mais eu tenho medo de ganhar mais uma rasteira do destino. Até que isso contrasta bem com a minha ironia obsessiva. Não sei porque mais não consigo deixar de insistir nesse sentimento penoso e completamente vergonhoso.
Sou tomada por pressentimentos implacáveis que me reduzem a fios. Me torno uma coisa de pouco valor, intoxicada por um sentimento violento de ódio que passa a ser irreprimível e raramente me traz serenidade.

EU AMO O ÓDIO?

Porque não consigo demonstrar naturalmente algum tipo de carinho/ternura? Preciso mesmo me 'auto-repisar'? Por quanto tempo mais aguentarei me entorpecer de sofrimento-agonia-aflição-angústia-incredulidade-ofensas?
A paz onde ela está? preciso recriar? Talvez pense em tentar me reinventar. Ressurgir!
Sei que não possuo nenhuma qualidade inata, nem ao menos consigo realizar algum 'ato consciente' que me traga sossego. Preciso definitivamente entender que somente eu sou responsável pelos atos que pratico e que tenho necessidade de chegar a um lugar, atingir um objetivo.
Me parece irrefutável estar entregue ao sono. Não poso viver assim, NÃO MAIS.
Preciso falar que estou mal? Que preciso de algum tipo de ajuda? Não gosto e nem quero continuar gritando isso. Sempre achei isso ridículo, isso é ridículo. Sinceramente não preciso e nem sou digna de receber tanta pena. De verdade mesmo! Sem drama, choro ou vela.

... E eu ainda não sei se amo o ódio.



quinta-feira, 2 de setembro de 2010




. Porque é muito bom abraçar você e o próximo minuto é o que está acontecendo agora!

Não dá pra explicar o que sinto e o medo me impede de querer sentir. É um grito de felicidade diabólica que o seu sorriso tenta desviar (...) com suas boas intenções, seus cuidados incomuns, suas brincadeiras carinhosas, seu jeito puro... É tudo! e sempre tenta AJUDAR! ajudar, ajudar e ajudar!
Te quero bem, muitissimo bem! Como nunca quis bem a ninguem, nem a mim mesma. Não entendo como não posso AMAR, porque não me permito sentir isso. Não sei porque ainda não olhei pra você e disse " EU TE AMO (b)", não sei porque não consigo parar de pensar nisso tudo. Não entendo como você me faz tão bem, não sei explicar porque quando você tenta cuidar de mim eu não entendo que é apenas para o meu bem. Porque? Porque você tem um sorriso que fala, porque seus esforços fazem você simplesmente ser SENSATO. Eu preciso de você, não preciso que você leia isso e ache que estou morrendo de amor por você. Quero apenas que continue perto de mim e segure minha mão quando estiver com medo.

No fundo eu quero apenas ser uma pessoa melhor.

quinta-feira, 29 de julho de 2010







- Porque você não quer namorar comigo?


- Ah...! Eu não gosto de namorar.



Desde ontem a noite eu estou com isso na cabeça e pode até parecer besteira mais eu não tenho resposta para uma pergunta tão tola. É estranho mais esse 'diálogo' vem se repetindo por algum tempo, alguns meses na verdade. O engraçado é que sempre surge um personagem novo. Confesso que ás vezes uns voltam e tornam a repertir o mesmo velho e desgastado 'diálogo unilateral'.

Eu sei, ele sabe. É óbvio que não gosto dele, não sinto atração e nem ao menos algum tipo de carinho. Enfim, não é ELE! Talvez seja ninguém. Apenas ele: Ninguém.

Ninguém que eu queira.
Ninguém que me faça bem. Ninguém que valha a pena quebrar a cara. Ninguém que me faça suspirar. Ninguém que eu confio. Ninguém que eu compreenda loucamente. Ninguém capaz de fazer com que tudo perca o sentido. Ninguém que sempre me esperou. Ninguém com quem eu possa gritar/berrar e depois dormir sem culpa. Ninguém que se desfaz num instante. Ninguém que se embreague com três garrafas de vinho da safra de 88. Ninguém que correspondesse às minhas expectativas arriscadas. Ninguém que saiba tocar um acorde louco, sem nexo, irritante que sai ecoando pelo ambiente vazio, batendo nas paredes, voltando aos meus ouvidos e que por fim seja capaz de arranhar minha alma.

Talvez ALGUÉM (ninguém) tenha me feito odiar o amor.

quarta-feira, 28 de julho de 2010


Escolhas. Escolhas. Escolhas.

Meus sonhos noturnos.
Eles estão encarregados de tornar possiveis alguns dos meus mais secretos desejos. Já desejou voltar para um mesmo sonho? Fechar os olhos e reviver as imagens na mente várias e varias vezes? Fiz isso hoje. Quando vi o dia pela janela, percebi que havia acordado antes do despertador tocar e, aquela sensação de realização foi dissipando aos poucos como fumaça.



A realidade joga um balde d'agua para me acordar.



"Logo eu pensei: se ao menos você olhasse para mim... " - Ele sorriu quando eu falei isto. Seus olhos eram claros e seu coração era meu. Toquei suas mãos, pareciam reais, não feitas para durar apenas uma noite. Tudo desapareceu com a luz solar: seu sorriso, seu amor... Continuo sozinha afinal.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Now is to late and you have to come home
How about to forget and stay to sleep?
I know you cant do but I think you should
Cuz then we could drink again, and again, and again. and.....
Ow forget! I only made this song to say I love you mate!


Cuz I love your bright eyes singing to me ♪



(The way it should be - My midi valentine)


------------------------

Você quer ser diferente? Não, não quer!
É estranho, seu olhar está ferido né?
Não, não enquanto meu coração permanecer duro, estável, pulsante.

(...)

" Leio a bula antes de engolir, como se ali entre as miudas letras houvesse algo que, me fizesse desistir daquilo. Porém, nem as horrendas fotos de uma carteira de cigarro conseguem deter um fumante, não é? Mesmo com o alivio pairando livre sobre mim, a culpa fica á centimetros de distância, esperando o momento certo, justamente aquele em que já estou convencida do bem feito... Então, ela dá seu bote, vitoriosa, assumindo o controle dalí para diante. Não só meu intestino sofre: coitado! As unhas, ah... elas ainda desejam aquele esmalte da moda. Contra-ataco, dizendo: "preciso roer vocês, desculpem é a ansiedade...!"